Com a copa nas mãos e com os pés no chão... Acho que não!
O Brasil, que foi escolhido, desde 2007, como o país sede da copa do mundo de futebol em 2014, vem tentando reverter o desfavorecimento cultural de sua população, através de uma filosófia não muito convencional, com planejamento e elaboração de projetos grandiosos no país, sem se prelcupar com a ressaca financeira de investimentos federais e estaduais, quer se mostrar um bom realizador de festas e um pessímo estruturador social, transportando sua população ao primeiro mundo, com orbitantes investimentos em lazer e negando a condição para uma melhor educação... Não vale a idéia de lucro futuro com tão altos gastos, quando muitos dos seus filhos não tem nem onde morar.
(Fabrício Massena)
segunda-feira, 1 de junho de 2009
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Isso nada mais é do que um modelo de crescimento. Concentrador, mas é estratégico.
ResponderExcluirDelfim Neto já o fazia, quando na década de 70 proferiu a memorável frase:
"vamos primeiro fazer crescer o bolo para somente depois distribuí-lo".
Justificativazinha.. tsc tsc